Formação prepara 15 cidadãs para a organização de eventos em Baião

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Planeamento e gestão de organização de eventos, “marketing” e vendas, elaboração de orçamentos e inglês: estas são algumas das áreas que constituem o curso modular de técnico de organização de eventos (em termos técnicos designa-se percurso modular), que decorre no Auditório Municipal de Baião. Ao todo são 15 as cidadãs baionenses que até Dezembro vão adquirir competências nesta área e, desse modo, aprender todos os passos a dar para a organização de um evento.

Liliana Ribeiro é uma das formandas que integra a turma. Oriunda da freguesia do Grilo tem o 12º e imagina-se a trabalhar na área de eventos. “Por enquanto o curso está a correr bem. Tem sido interessante, porque tenho adquirido novos conhecimentos e conhecido colegas simpáticas”, refere Liliana, que até já conhecia algumas das suas colegas da formação.

Uma dessas colegas é Sara Pereira, que possui um “grande interesse” na área de organização de eventos. “Esta formação é importante para termos cada vez mais competências e ferramentas que nos permitam enfrentar o mercado de trabalho com maior confiança”, nota esta professora do Ensino Básico do Primeiro Ciclo. “Possuo experiência de organização de eventos através de associações às quais pertenço, mas claro que após esta formação vou ficar mais habilitada a dar o meu contributo”, refere Sara.

Ministrado pelo Instituto de Ciências da Informação e Administração – ISCIA, o percurso modular de técnico de gestão de eventos revela-se uma mais-valia no entendimento da vereadora da Formação e Qualificação Profissional da CM Baião, Ivone Abreu. A autarca destaca a necessidade de uma crescente profissionalização no âmbito da organização de eventos. “Baião tem um forte potencial na área do turismo, quer seja no turismo de natureza, no ecoturismo ou no turismo cultural e gastronómico. Hoje, a organização de eventos tornou-se mais exigente, na justa medida em que também é mais difícil motivar o cliente. Seja pela escassez de recursos, seja pelo nível de projeção exigida aos mesmos. Daí a necessidade de haver especialistas a intervir nesta atividade”, acrescenta Ivone Abreu.

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