A Câmara de Oliveira de Azeméis é uma das autarquias envolvidas no projecto de revitalização do caminho português de Santiago nas zonas centro e norte de Portugal.
Técnicos e responsáveis de turismo, vereadores e representantes de oito autarquias reuniram em Oliveira de Azeméis naquela que foi a segunda reunião do grupo de trabalho no âmbito da valorização do Caminho Central de Santiago entre as cidades do Porto e Coimbra.
O encontro serviu para os técnicos partilharem informações sobre a situação do Caminho de Santiago em cada um dos municípios envolvidos.
A reunião definiu ainda a constituição de três comissões de trabalho nas áreas do turismo, história e Sistemas de Informação Geográfica de forma a ser dada continuidade ao trabalho conjunto de revitalização e preservação do caminho percorrido pelos peregrinos.
O projecto é coordenado pelo vereador da Câmara de Anadia, Jorge Sampaio, e envolve os municípios de Oliveira de Azeméis, Águeda, Anadia, Vila Nova de Gaia, São João da Madeira, Santa Maria da Feira, Coimbra e Albergaria-a-Velha e as entidades regionais de turismo do Centro de Portugal e do Porto e Norte de Portugal.
A próxima reunião está marcada para 15 de Setembro na cidade de Santa Maria da Feira.
O Caminho Português de Santiago é um itinerário religioso sendo encarado como um produto cultural e turístico atractivo para a região e motor de desenvolvimento local e regional tendo em conta que é percorrido ao longo de todo o ano por peregrinos de várias nacionalidades.
A sinalização do Caminho é feita com setas amarelas e placas de identificação.
Municípios querem revitalizar Caminho de Santiago entre Porto e Coimbra – Oliveira de Azeméis
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É de louvar esta iniciativa!
Fiz o caminho de Santiago desde o Porto e são bens visivéis as diferenças entre a sinalização existente no lado português e no lado espanhol. Como peregrina saliento o sentimento de segurança que se sente ao deparar com sinalização bem visivel em todos os cruzamentos, “albergues” gratuitos ou com pagamentos de valor irrisório (lado espanhol), sendo uma ajuda moral e não só a quem se desloca de mochila ás costas, muitas vezes por pessoas de idade avançada e que em muitos casos se encontram a muitas centenas de kilómetros de distância de casa. Bem hajam quem queira “aperfeiçoar” todo este processo. O mesmo também deveria ser aperfeiçoado até Fátima, em todo o percurso e não só em vários troços, como já existem actualmente, retirando cada vez mais as pessoas das estradas de maior movimento, como na sua maioria acontece em Espanha, pelo lado que percorri.