Ilídio Araújo homenageado com a exposição “Verdadeiro e Inspirado Mestre” em Celorico de Basto

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Está patente desde dia 7 de março, no Centro Cultural Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, a exposição em homenagem ao arquiteto paisagista, Ilídio Araújo, intitulada “Verdadeiro e Inspirado Mestre”.

Um dos primeiros arquitetos paisagistas portugueses que considerou os jardins e Camélias “criações artísticas de carácter popular… e de rara beleza”.

Durante o mês de março todos os visitantes do Centro cultural poderão conhecer melhor o Celoricense Ilídio Araújo, “um filho da terra”, natural da freguesia do rego, com um percurso profissional exemplar.

“Esta é uma forma de recordar o homem, o celoricense, com um notável percurso profissional que nos orgulha enquanto filho da terra. Um homem que desenhou esplendorosos jardins espalhos por este país fora, com uma particular admiração pelos jardins de camélias” disse Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, na abertura da exposição. “Dia 24 daremos o nome de “Jardim Ilídio Alves de Araújo” aos jardins de Camélias da Casa do Prado, pelas criações artísticas que ele tanto admirava. Hoje, iniciamos a homenagem a um homem preocupado com a terra que o viu nascer, onde se destaca a criação do jornal “Ecos da Montanha”. Uma personalidade com um percurso de vida notável que homenageamos agora na Festa das Camélias, um certame que contou com a sua participação ativa nas inúmeras tertúlias desenvolvidas, tal o gosto que tinha pelos jardins de camélias” concluiu.

A história e o percurso de vida de Ilídio Araújo está, agora, em exposição tendo a mesma sido apresentada, a todos os presentes, pelo Diretor de Departamento da Câmara Municipal de Celorico de Basto, António José Peixoto Lima, amigo próximo de Ilídio Araújo.

O Arquiteto Paisagista e Engenheiro Agrónomo desenvolveu atividades em vários serviços públicos como na Direção Geral de Serviços Agrícolas, na Direção Geral de Serviços de Urbanismo, na Comissão de Planeamento da Região Norte, na Direção Regional de Agricultura entre o Douro e Minho, foi Secretário de Estado do Ordenamento Físico e do Ambiente entre outros. Integrou a Associação Portuguesa de Jardins e Sítios Históricos e é autor de mais de 100 publicações com referência para a obra editada pelo Centro de Estudos de Urbanismo em 1962 intitulada “Arte Paisagística e arte dos Jardins em Portugal”. Destaque também para o jornal “Ecos da Montanha”, um jornal histórico fundado pelo Arquiteto, que realça o interesse pela terra Natal.

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