Presidente de Guimarães pretende melhor qualidade de vida para os idosos

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Sessão intitulada “Provedor do Idoso de Guimarães: Direitos e Participação” decorreu esta terça-feira, 8 de maio, na Plataforma das Artes e da Criatividade, com o objetivo de assinalar o primeiro ano de atividade do Provedor do Idoso. A existência de idosos mais felizes no concelho de Guimarães é consensual, mas também permanece a certeza que “há um longo caminho a percorrer”.

Esta iniciativa contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal, Domingos Bragança, a vereadora da Ação Social, Paula Oliveira, o Provedor do Idoso, José Lopes, o Presidente da Comissão de Proteção ao Idoso, Carlos Branco e ainda o Procurador Coordenador do Ministério Público da Comarca de Braga, Jorge Gonçalves.

A Câmara Municipal de Guimarães foi pioneira na aposta no Provedor do Idoso tendo como princípio o papel de “promover a reflexão”, segundo Domingos Bragança, e “ajudar as pessoas mais idosas em função de uma melhor qualidade de vida”. O presidente da Autarquia vimaranense defende que “as pessoas idosas espelham tranquilidade e o exemplo da vivência em comunidade” apelando para “continuarem ativas e participarem em iniciativas culturais, ambientais, da comunidade. É importante fazer coisas bonitas, em comunidade, dando um contributo para uma sociedade mais integrada e feliz”, vincou Domingos Bragança.

Uma das principais preocupações da Câmara Municipal passa pelo “combate ao isolamento”, conforme referiu a vereadora da Ação Social. Paula Oliveira enalteceu o desempenho do Provedor do Idoso “numa articulação com o Município e a Rede Social, permitindo uma leitura mais real das fragilidades da população idosa”.

O Provedor do Idoso, José Lopes, destacou o ´Programa 65+’, que o Município criou em parceria com diversas Instituições Sociais do concelho, constatando que “mobiliza já a competência, carinho e dedicação de mais de 40 gestoras, que sinalizam e acompanham com alguma regularidade, nas suas casas, os 2.075 idosos já sinalizados, grande parte deles a viverem sozinhos”. José Lopes aponta ainda que “há muito trabalho a fazer” e “muitas coisas a melhorar” tendo como suporte os dados do ‘Programa 65+’. “São necessários ainda mais gestoras sociais para que cada uma não tenha na sua lista mais que 30/40 pessoas sinalizadas, pois só assim será possível fazer visitas mais regulares, verdadeiramente próximas das pessoas”, referiu.

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