Na sua crónica diária «Sinais», o jornalista da TSF Fernando Alves dá a conhecer dois dos «geossítios» mais relevantes do «Arouca Geopark»: a Frecha da Mizarela e as Pedras Parideiras. Associando a queda de água ao início de um novo ano, diz-nos Fernando Alves que a «Frecha da Mizarela: nasce um pouco antes o rio que assim se lança, sem medo, no último dia do ano. Correm os dias com árvores como correm os rios, com sobressaltos, saltos no abismo. Há um recanto da serra da Freita de onde se veem ao mesmo tempo a Frecha e as Pedras Parideiras. Mas não se pode ver tudo de todos os ângulos, sempre. Se não nos virmos, dizem eles. Mas é como se dissessem, vemo-nos amanhã».
Os «Sinais», das manhãs da TSF, são uma espécie de «marca de água» da estação. Uma nota pessoal de Fernando Alves, sobre o andar dos dias, os paradoxos, as mais perturbadoras singularidades. Todas as manhãs, num minuto, Fernando Alves leva à rádio as imagens, as palavras, as ideias, os rumores que dão vento à atualidade.
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