Seminário “Turismo Natureza” em Porto de Mós

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No passado sábado, dia 19 de Junho, realizou-se no cine-teatro de Porto de Mós, o seminário “Turismo Natureza”.
 
Organizado pela Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Porto de Mós, o evento contou com um interessante leque de palestrantes que discutiram as mais variadas questões relacionadas com a temática turismo, nomeadamente, a vertente de turismo de natureza, uma oportunidade de negócio ainda com muito por desenvolver na região, que reúne óptimas condições para a sua prática.
 
Assim, entre os esclarecimentos dos oradores participantes – Dr. David Catarino, presidente da ERT- Turismo Leiria-Fátima, Prof. Joana Azeredo, docente do curso de turismo da Escola Superior de Educação de Turismo,  Arq. Ana Isabel do PNSAC,  Dr. Rui Cordeiro, presidente da associação VERTIGEM,  Dr. Pedro Pedrosa, empreendedor turístico, e Eng. Jack Soifer, consultor e autor de vários livros – abordaram-se questões como a necessidade do desenvolvimento turístico das várias vertentes do turismo, em contexto local, nacional e internacional, a necessidade de implementar novos conceitos turísticos, considerando as novas tendências tecnológicas, a importância de estudar e compreender o que procura o turista de hoje e de adaptar as estratégias de promoção ao público-alvo, quais os níveis de investimento que devem ser atribuídos às instituições públicas e privadas,  a necessidade de trabalhar em parceria, isto é, todos os ramos de negócio devem cooperar na promoção de uma forma globalizada, e ainda exemplos práticos de empreendedorismo em contexto rural com taxas de sucesso.
 
 Perante estas considerações, concluiu-se que, actualmente, quer no concelho de Porto de Mós, quer em Portugal, não há, de forma alguma falta de “matéria-prima” que permita atingir altos níveis de lucro. Segundo Jack Soifer “ Portugal é um dos melhores países do mundo”, reunindo a melhor gastronomia, o melhor vinho, uma biodiversidade rara, uma cultura riquíssima e uma amabilidade singular. Este discurso não nos é estranho, falta-nos, portanto, e esta é a conclusão a que se chegou neste encontro, investir e empreender de forma estruturada, em parceria com entidades públicas mas com objectivos lucrativos privados.

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